《Submissão Feminina》Sexo da Mulher Submissa(1)
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Neste Capítulo pretendo abordar,de forma mais minuciosa,como se dá o sexo de uma mulher submissa e como seu prazer é atingido através de uma dominação sexual,desta forma explicarei a dinâmica de uma transa com a fêmea submissa e um toque de sadomasoquismo.
Numa relação de D/S,o homem dominante sempre tomará a iniciativa sexual,cabendo à submissa apenas manter-se sempre à disposição sexual e com as vestimentas que seu dono assim determinar.Para entendermos melhor vou contar uma breve estória com dois personagens fictícios para ilustrarmos uma relação sexual em uma estrutura D/S:
Ricardo,o homem dominante, maduro,na faixa dos seus 42 anos,com bagagem sexual extensa,um homem firme,olhar penetrante,viril e com voz ativa.Ele sempre se atraiu por mulheres submissas e conheceu Mariana,uma jovem introvertida,que teve poucos amigos e sempre sentiu-se insegura,com uma necessidade de ser protegida e de ter esse "encontro consigo".Ela,com seus 18 anos,ainda é virgem e descobriu que sempre desejou ser submissa e isso está entranhado em sua personalidade.Após conhecer Ricardo e sentir nele confiança em entregar-se,ele tomou a inciativa e a chamou para sua casa,ela mesmo sem jeito aceito,tudo parecia muito novo para ela.Ricardo a olhava de modo incisivo e falava em tom imperativo,ela se via envolvida e dominada,quase como se estivesse hipnotizada.
Ao chegarem na casa de Ricardo,ambos tomara um banho separadamente e ela prontamente o aguardou sentada na cama dele, com aquele nervosismo de uma virgem que estava envolvida com um homem dominante e no fundo ela sabia que não seria uma transa qualquer.Quando Ricardo chegou no quarto,a olhou com incisão e a agarrou,dando-lhe um beijo intenso,suas mãos fortes passavam por todo o seu corpo suave que nunca tinha sentido a pegada de um um homem,menos ainda um homem sexualmente predatório como Ricardo.Enquanto a beijava,ele apertava a bunda da Mariana e com a outra mão alisava seu pequeno "capô". A esta altura mil coisas pairavam na cabeça de dela,ao mesmo tempo que estava um pouco nervosa,estava achando gostoso,uma energia diferente estava circulando por seu corpo,sua xoxota já estava reagindo aquela mão forte pegando com uma firmeza que ela nunca sentiu,cada apertão em seu volume de carne chegava a machucar mais era uma leve dor,que causava ao mesmo tempo tesão.Ricardo,tirou as roupas de Mariana deixando-a apenas de calcinha,rapidamente dirigiu sua boca para os pequenos seios de Mariana,ele chupava seus seios com uma força como quem estava a devorar uma presa e ela não apenas se via passiva.
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De repente,ele a joga com força na cama,ela sente uma mistura de medo e tesão,pois sente o "perigo" que seu frágil corpo corre naquele momento.Ele continua chupando seus seios,que já estavam vermelhos por conta da força e da barba mau feita que espetavam seus seios rosados.Ricardo aproveitou a posição e tirou a calcinha da Mariana e desceu sua bocarra pela sua barriga vindo chupando até chegar em sua xana,que já estava encharcada.Ele abriu suas pernas com força e segurou de modo que ela não conseguia fechar numa posição quase que um "frango assado",Ricardo abocanhou sua xoxotinha,chupava aquele mel que escorria,intercalando a sucção entre a abertura vaginal e seu grelo e cada vez mais líquido era liberado,Mariana sentia-se completamente dominada,gemia como uma cadela.Após ela gozar,sua xota estava completamente vermelha e marcada.Ricardo,ainda terminando de engolir as últimas gotas de mel vaginal,puxou as pervas de Mariana de modo a deixá-la sentada na cama.Ele mandou ela abrir sua calças..Mariana,tímida,abriu o feche de sua calça,desabotoo ele abaixou a calça de leve e ela colocou as mãos por dentro de sua cueca,até ficar exposto todo o seu membro,ela surpreendeu-se com o volume e peso,parecia uma jiboia enrolada,Quando o cacete e o saco estavam completamente expostos ele segurou com firmeza sua cabeça e empurrou em direção ao seu pau e falou - mame agora - ela segurou aquele pênis imenso que não fechava sua mão,começou a masturbá-lo e enquanto observava a cabeça com uma grande quantidade de baba,ela sentiu um pouco de nojo,mas obedeceu,ainda meio sem jeito pois nunca tinha feito isso,mas em poucas mamadas já havia pegado o ritmo,as mãos fortes do Ricardo seguravam sua cabeça impedindo que desviasse a direção do seu cacete e não saísse do ritmo.
Até este momento,ela estava adorando tudo,quando repentinamente é surpreendida com um tapa forte em seus rosto que chega a estalar,Ricardo a ergue como uma criança e a joga de bruços na cama,a ajeita,joga todo seu peso sobre ela,que fica assustada,perguntando à ele - o que estava fazendo?Você está me machucando - Ricardo manda ela calar-se,segurou com força seus braços,que puderam ser imobilizados apenas com uma das mãos dele,sua pernas também foram presas pelas pernas dele,que as usou para abri-las de modo que seu cacete pudesse passar.Aquela xoxotinha frágil,virgem,com lábios finos e rosa estava prestes a ter seus nervos e pele estraçalhados por aquele "monstro" experiente e devorador.A cabeça do cacete do Ricardo estava inchada e prontamente foi posicionada na abertura vaginal de Mariana,ele cravou num tranco só seu membro,ela berrou como uma louca,sentiu uma dor inigualável,a cada bombada sua xota perdia mais sangue,ela não tinha como reagir....nem queria,em poucas metidas a dor insuportável começou a virar prazer,seus berros e gemidos não paravam,Ricardo colocou um travesseiro sob sua cabeça,de modo a abafar o som.Ele não parou,quanto mais metia,mais agressiva tornara seus movimentos.Mariana,sentia seu corpo ser socado pelo peso dele,o suor em suas costas,seu cabelo sendo puxado como uma puta,os pelos dele esfregando em sua nádegas sensíveis enquanto aquela tora a rasgava,cada metida era um gemido,um nervo rompido e sua inocência indo embora,estava descobrindo o que era "virar" uma mulher,Já Ricardo desbravava aquele corpo delicioso com seu cacete,sentindo o calor daquela xoxotinha e como aqueles lábios macios acariciavam seus nervos pulsantes.Ele aproveitava para dar tapas e puxões de cabelo.Como um homem experiente já havia aprendido a controlar a ejaculação,portanto aquele momento seria mais duradouro(e de certo ponto sofrido para Mariana),depois de meter bastante naquela xana,ele retirou seus membro ainda rígido,Mariana acreditando que ele havia finalizado,já tinha gozado duas vezes,quando começou a acostumar-se com aquela tora,surpreendeu-se novamente com ele posicionando o cacete na sua abertura anal,ela disse - Por favor,ainda não estou pronta para isso..já me machucou bastante - ele sussurrou no ouvido dela - cala a boca sua putinha,pois sei que está adorando,sua bucetinha não mente - ela como estava imobilizada por ele,não conseguiu resistir,a cabeça do cacete estava mais firme do que quando comeu a xoxota dela,posicionou-se na abertura,deu uma leve empurrada,retornou com o pênis para trás como quem ganha impulso,colocou novamente o travesseiro na cabeça dela,e cravou seu cacete naquele cuzinho rosa e inocente,as pregas foram violentamente rompidas,ela gritou ainda mais do que antes,após arrombar com a cabeça,todo o tronco foi completamente mergulhado até o fundo,Ricardo parecia enlouquecido com o tesão proporcionado,e apenas aumentava o ritmo,as primeiras metidas forçaram completamente o cuzinho da Mariana,suas pregas já estavam fissuradas,as enormes bolas do Ricardo batiam em sua xoxotinha ainda lesionada e ensaguentada.A cada metida,ela podia sentir a cabeça do pau atravessar todos seu reto arrebentando os nervos anais,ela gemia de forma enlouquecedora,e sua xana voltou a se melar,o líquido escorria e misturava-se ao sangue de sua xota e um pouco do sangue que também saia de seu ânus escorrendo.Ricardo urrou como um animal e estava pronto para gozar,ele aumento o ritmo de modo a potencializar seu orgasmo e liberou toda sua porra no fundo daquele cuzinho liberando o esperma de dentro para fora.Após gozar ele ainda ficou alguns minutos sobre o corpo de Mariana,ainda encaixado em seu cu,e acariciou aquele corpo agredido,que descobriu violentamente, o que é ser domada como uma presa por um homem forte e com atitude.Quando Ricardo levantou,ele admirou aquele corpo imóvel e viu o resultado da sua agressividade sexual,uma xoxota descendo um rio de mel e sangue estendendo até o lençol e um cuzinho arrombado liberando esperma avermelhado,que escorria até a xana dela.Mariana sentiu-se completamente usada e ainda estava assimilando toda a emoção sentida e descobriu que era assim que queria ser devorada sempre.
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Esta pequena estória nos dá uma breve ideia de como se dá uma dinâmica sexual onde a mulher assume uma postura passiva e permite ser conduzida pelo homem dominante,que prontamente observa a resposta do corpo dela percebendo que pode avançar,que sabe que a dor é um processo natural de liberação da fraqueza.Pretendo continuar a estória de Ricardo e Mariana no próximo capítulo,contando a iniciação dela com acessórios BDSM.
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“Revenge is not for the dead- we, as the living, take revenge to relieve the burden we feel,” I whispered into the air. “Salvation for the people who suffered because of you,” I watched as the city burned in the flames. “Salvation for the people like me, who believed in the proclaimed heroes when in reality they were the devils.” I smiled faintly as the ‘holy land’ of those ‘saints’ was destroyed. I heard rustling sounds as Charlotte came to stand next to me, grabbing my hand. “El, are we the bad guys?” If I was still the same as I was before, I might’ve broken down and started crying. Now, it was different. “A villain is just another victim. They cry and mourn, it’s just that no one heard, leading them into madness. It’s one of the reasons why we know the most, but care the least.” I took a deep breath. “We may be the bad guys in other peoples’ eyes, but in my story, we’re the heroes.” Charlotte took in my words for a while and pondered, before nodding in agreement. “As children, we loved the heroes, as adults we understand the villains.” I looked at her and bonked her on the head, earning an angry glare from her. “Hey! You’re barely an adult yourself you know,” she grumbled. I laughed and ruffled her hair, before countering her. “At least I’m not 12. You can’t even be considered a teenager at that age.” After that, we silently watched the flames ravage the land, before leaving.
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