《DUSKWOOD SUMMER CAMP》Capitulo 4
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O xerife Grey tirou seu chapéu, olhando de perto a mão no chão. Os policiais já haviam feito um cordão humano para que as crianças não vissem e não entrassem. Então ele ouviu passos e sacou sua arma.
- Identifique-se ou vou atirar! - Ele gritou. Então Jake e Daisy saíram com as mãos para cima. Grey virou-se para os policiais que vinham até ele - Era só um casal.
- Não somos um casal - Jake disse, saindo com as mãos erguidas, seguido por Daisy - Somos monitores aqui do acampamento.
- Vou ter que pedir que saiam imediatamente. Isso é uma cena de crime. Vocês estavam fazendo o que por aqui?
- Nós, quer dizer, nossa colega, foi quem encontrou a mão - Daisy explicou
- Além de vocês, alguém mais viu?
- O irmão dela estava junto com a gente - Jake respondeu.
- Quero os quatro no escritório da Lily. Tenho perguntas.
- Tudo bem. Eu avisarei a eles - Jake olhou para Daisy e eles voltaram para onde estavam todos.
- Phil - Daisy o chamou - O xerife quer falar comigo, Jake e Jessy. No escritório da Lily.
- Eu estarei lá, obrigado linda - Ele disse, mas estava sério.
Daisy ficou morta de vergonha, mas sorriu timidamente e estava indo em direção ao seu chalé,quando Hannah entrou em sua frente.
- Ficou impressionada? - Hannah estava de braços cruzados.
- Com o quê? - Daisy pareceu confusa.
- Não se faça de sonsa, garota! - Hannah estava visivelmente irritada - Ele é mulherengo mesmo. E quando puder, vai te descartar assim - Hannah estalou os dedos próxima ao rosto de Daisy.
- Ah me desculpe! - Daisy disse, fingindo surpresa - Você está brava porquê eu estava falando com o Thomas, certo? Seu namorado? - E apontou para Phil, que estava de costas.
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- O quê? - Hannah ficou sem saber o que responder.
- Nossa! Que cabeça a minha! É que pelo chilique que você acabou de dar, eu pensei que o Phil fosse o seu namorado, mas o nome do seu namorado é Thomas - Daisy deu uma leve risada e uma erguida em sua sobrancelha, passando por Hannah.
Hannah olhava agora com raiva para Phil.
- Hey Hannah, o que houve? - Richy se aproximou.
- Nada, Richy - Ela disse, sem tirar os olhos de Phil.
- Hannah isso é perda de tempo - Ele a aconselhou - O Phil consegue o que quer e passa para a próxima. Não caia na conversa dele, você sabe que ele não muda.
- Você não tem como saber, Richy - Ela disse, virando as costas e saindo.
- Desde quando a Hannah se tornou uma maníaca? E pelo Phil? - Richy disse a si mesmo.
- Não Hannah! Eu não vou entender! - Jake, Daisy, Jessy e Phil ouviram os gritos, quando estavam saindo do escritório de Lily, após falarem com o xerife.
- Parece a voz do Thomas - Jessy disse desconfiada.
- Você precisa entender Thomas! Eu quero ficar sozinha! - Ela parecia nervosa.
- Sozinha? Ou nadando no rio com aquele vagabundo? - Thomas olhou magoado para ela - A Cléo me contou! Você está iludida com aquela fachada de bad boy durão dele!
- Você não sabe o que eu sinto Thomas!
- Eu sei! Você sente vontade de experimentar coisas bizarras! Ficar andando sozinha pela floresta, mencionar fantasmas, sair chorando, e agora isso! O que você vê naquele maconheiro sem futuro?
- Me deixa em paz! - Hannah gritou com ele e saiu andando.
- Onde você vai? - Thomas não sabia a hora de desistir.
- Pro inferno! É pra lá que eu vou! Pelo menos sei que lá não encontrarei você! - Ela saiu marchando rumo ao acampamento das crianças.
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Era noite de fogueira no acampamento, onde Jessy se sentou e contou uma história aterrorizante para as crianças. Após isso, todas as crianças foram para cama e os monitores aproveitaram para ficarem na fogueira.
Alguém observava.
- Está acabando a lenha - Richy disse, levantando -se para ir buscar mais.
- Hey Richy! Qual é? O lenhador aqui pega! - Dan levantou-se e seguiu para o chalé perto do lago.
- Dan, não é perigoso andar sozinho por aí? - Jessy estava preocupada.
- Olha o meu tamanho gata! Vou num pé e volto no outro! - Ele deu uma piscada para Jessy e seguiu.
- Ah eu vou com ele! Espera aí exibido! - Richy correu até ele. Os dois desceram conversando.
Richy estava com uma lanterna e Dan não.
- Lanterna é coisa de criança de 11 anos. Eu sigo meu instinto! - Dan debochava de Richy. E pisou numa poça de água, devido á proximidade com o lago.
- Ué? Seus instintos não funcionaram agora? Só porque eu estou aqui? - Richy perguntou ironicamente.
- Homens se sujam, meninos usam lanternas. Fica a lição, Rogers.
Eles seguiram para a casa.
Dan abriu a porta velha e Richy iluminou o interior.
Ele observava. Ele via através das frestas. Ele viu Richy de costas e parou na janela.
- Vamos, me ajude aqui Richy - Dan abaixou-se para começar a empilhar a madeira. Richy iluminava, parado ao lado dele.
- Dan você não acha que... - Então Richy arregalou os olhos, puxando Dan.
- Mas o que foi? - Dan Perguntou irritado. Então Richy apontou o dedo para a figura parada na porta. Ele tinha uma foice na mão direita, usava uma roupa preta, e usava uma máscara que parecia um pano de saco, retorcido, marrom. Dan levantou e ele e Richy foram dando passos para trás, mas bateram em alguns tonéis cobertos.
- Ilumina a cara dele Richy! - Dan disse e Richy assim o fez. Quando a figura protegeu seus olhos, eles passaram correndo cada um para um lado: Dan passou pela direita e Richy pela esquerda. Richy seguiu correndo e quando deu a falta de Dan, parou. Então o assassino saiu arrastando Dan, que teve a cabeça perfurada pela foice, com o sangue esguichando para todos os lados. Richy ficou aterrorizado, os olhos arregalados.
- Ah meu Deus! Dan! - Richy olhava desesperado, parecia paralisado. Ele então conseguiu se virar e correu o mais rápido que pôde. Richy suava frio, correndo em direção aos outros em volta da fogueira.
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- In Serial13 Chapters
Mystic Nan
Note: Currently undergoing rewrite, we'll be back soon!(If you enjoy this story, it would help immensely if you considered voting for it at topwebfiction, thank you.) Nan Beauchamp, like many youths of the year 2000-something; will live, work, and die as less than a footnote of a footnote within the abridged history of unremarkable years. This suits her fine. Too bad about the truck that turned her into paste, then. Luckily, or unluckily, fate deigned to give the poor girl another chance to make something of herself in a bizarre universe brimming with magic, spaceships, and... giant talking spiders? This "second chance" seems less than ideal. (A web serial import from Wordpress)
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