《ALÉM DA CORTINA [português]》ADEN - Tempo espírito - O paraíso - ano 1.369
Advertisement
Você é feito de pura energia.
Como se pode definir o amor? Não existem palavras que o possa definir, porque é um sentimento do espírito. Mas, consegue sentir? Isso, que parece que faz a alma explodir e se apequenar, que cria esse silêncio maravilhado é o que se aproxima dele? Como você define o amor?
Começou conhecido como universo Thanis, dentro do superuniverso Orvônton, o sétimo, que quer dizer apenas “o lugar”, como uma referência a algo em especial, e que, após a invasão pelas sombras, passou a ser conhecido como universo de Nébadon.
Dentro do universo de Nébadon havia uma pequena galáxia, chama Onáriah, que tinha em si o sistema de Satânia, com capital em Jerusém, na dimensão oito. E havia esse mundo que chamamos por Aden, que um dia seria conhecido como Urântia, dentre outros nomes. Ele ainda estava em formação, apenas uma rocha derretida girando no espaço em torno de um pequeno sol recém-nascido, e um outro planeta um pouco mais afastado do sol que se incandescia, que bem mais tarde chamamos de Mitra, e um terceiro planeta, segundo em sua posição em torno de seu sol, que nominamos como Vintra, eras à frente. Os três planetas traziam em si imensas possibilidades, o que nos deixou por demais alegres, e os chamamos de as três irmãs, porque suas mônadas estavam grávidas de possibilidades.
Quando vi os três planetas me enchi de prazer, tal como os outros da família. As sementes que habitavam aqueles pequenos lugares tinham uma canção suave, cheia de promessas e alegrias.
Não resistimos, nem quisemos resistir. Sentimos que havíamos encontrado algo que realmente ressoava com nossas almas.
- Esses são diferentes – apontou um de nós totalmente enlevado, a luz violeta brilhando livre.
- Deixemos que continuem pequenos, esses mais perto do sol, e vamos projetar nossas essências neles – sugeriu um outro, feliz com as possibilidades que via.
Advertisement
Realmente, aqueles eram planetas que seriam pequenos, conferimos. Eles ainda estavam em formação, e levariam milhões e milhões de suas evoluções em torno de seu humilde sol para que vingassem. Mas eram tão belos, e as mônadas que neles se instalaram eram de um brilho tão suave e gentil que todos nós ficamos comovidos.
Então, sabendo que elas ressoavam com o que éramos, decidimos que iríamos ajudá-las.
O planeta mais próximo dos três era o mais sensível, pela proximidade com seu sol. Vimos que em pouco tempo ele seria tornado inóspito na terceira e quarta dimensões, e então para ele dispensamos apenas carinho.
Mas os outros dois...
Estabilizamos o sol e seus planetas, dando ordem ao caos. Como jardineiros, tomados de um projeto maravilhoso, nos empenhamos em tornar aqueles lugares, principalmente o terceiro e quarto planetas, em magníficos jardins.
Para o terceiro planeta trouxemos um outro quase da metade de seu tamanho e os unimos, e dessa união poderosa surgiu um cinturão de destroços, que fomos juntando até que criamos uma lua que fixamos em seu céu. Também trouxemos água que irrigamos seu solo de fogo, e criamos vida celular, que com extremo carinho cultivamos e criamos, fazendo evoluir em número e novas formas.
Para o quarto planeta fixamos duas luas pequenas, sem muitas pretensões devido ao seu tamanho, apesar de ser ele que nos dava as maiores esperanças. Trouxemos cometas e irrigamos sua superfície, e também nele nos esforçamos em criar vida, que rapidamente foi evoluindo. Esse amadureceu mais rapidamente que o terceiro. Apesar de termos ficado tentados a fixar um pequeno planeta para orbitar na quinta ordem, resolvemos que não seria aconselhável, visto que o tamanho dele, em comparação com o pequeno quarto planeta, poderia frear perigosamente o movimento orbital daquele, tanto ao redor do sol quanto em torno de seu próprio eixo. E também, o que definitivamente nos desestimulou desse novo planeta foi que, se tentássemos colocar algum corpo naquela posição teríamos que protegê-lo do poderoso gigante de gás que se fixara nas proximidades.
Advertisement
- Sinto-me tentado por esse quinto planeta, que para mim se chama “Lua Solitária” – Dangelo confessou. – Mas reconheço a sua impossibilidade – falou, a custo dando-lhe as costas.
Já, o terceiro planeta, incrivelmente fecundo, nos exigiu um nível maior de controle. A vida ali se multiplicava ferozmente e em tal diversidade que nos maravilhava. Mas, Mitra tinha prioridade, e tínhamos uma linha de tempo como plano mestre. Assim, quando a vida disparava no terceiro planeta, estando fora do tempo de maturação ou quando mostrava que estava evoluindo para uma forma não planejada ou não desejada, extirpávamos aquela linha de tempo e a recriávamos em uma nova forma, tendo muito prazer nisso.
Apesar da linha de tempo do segundo apontar que seu tempo seria extremamente curto, nos empenhamos nele também. Trouxemos água e irrigamos sua superfície, mas não trouxemos qualquer lua, porque seu movimento já se mostrava com potencial de retardamento pela proximidade com o seu sol
Para os três fizemos algas e trocamos o ar, e fizemos formas de vida mais evoluídas. Com inaudito prazer planejávamos e criávamos em nossos espíritos essas novas formas, e as passávamos para os três planetas, que as fecundavam em seus ventres e lhes davam as formas mais diversas e mais densa, ornamentando-se com elas.
Todos nós, a cada forma animada que surgia e vingava, nos alegrávamos e cantávamos e dançávamos.
Éramos felizes, como crianças soltas no paraíso.
É certo que todos os planetas eram belos e singulares, mas não havia nada que se equiparasse às três irmãs.
E os jardins que passamos a ser junto com elas cresceram em número de belos e majestosos seres, de plantas, animais e cristais, e montanhas e rios e ar. Nada era perdido ou feio ali, e nossas almas não se continham de amor e felicidade.
- Aqui está... – sorri satisfeito, observando a vida que se desenvolvia na superfície dos planetas.
- Muitos irmãos estão vindo para cá e entrando nas formas que criamos. Todas as formas estão se animando – falou um que estava ao meu lado, maravilhado com o que acontecia nas águas, no ar e na superfície sólida das três irmãs.
- Essa é Aden, o paraíso, a prenhe de vidas – apontei para o terceiro planeta, - e aquele quarto planeta é Mitra, e aquela é Vintra – disse sobre o segundo, nomeando às três irmãs, transbordando de felicidade.
- Veja, Aden está realizada. A parceria conosco está criando um paraíso como nenhum outro, e ela sabe disso – reconheceu um outro, totalmente satisfeito. - Ela é muito rápida e muito fecunda – saboreou.
Talvez tenha sido por isso que tudo aconteceu.
Tão entretidos estávamos com aquelas maravilhas que não vimos o que estava acontecendo ao lado e em outros universos e multiversos, que se expandia violentamente por lá, como uma onda escura e irresistível. Mas, mesmo que tivéssemos visto, não conseguiríamos entender o que era, e nossa surpresa seria a mesma.
Como poderíamos ter-nos preparado?
Éramos simples demais em nossa inocência, naqueles primeiros tempos.
Advertisement
- In Serial69 Chapters
A Goblin's Tale
This is the story of a nameless Goblin. He lives alone in the dark dungeon, battling Mimics and Slimes in the darkness. Everyday in the dark dungeon is to live with Death breathing down your shoulder. It is a place where only the strong survive and the weak is devoured. But this particular Goblin is different. He raids the dungeon not for weapons and armor to arm himself, but for books and knowledge stashed away in some forgotten corner. But life isn't that simple. What happens when adventurers that fight monsters for a living and a Goblin that avoids adventurers to live accidentally stumble paths with each other? This is the story of a nameless Goblin and how his life changed. Both for the worse, and for the better. Word Count: 2,000 Words Minimum per Chapter Update Schedule: Once a week, maybe.
8 157 - In Serial14 Chapters
A Dearth of Choice (Dungeon Core)
A young dungeon core forms next to a lovely village, full of lovely people who would likely understand its plight of not wanting to murder them all if only it had a mouth with which to speak. Instead, everything goes horribly, terribly wrong. Its literally a crystal, it can't be having a panic attack, can it? This is the story about a village, a dungeon, its desire to provide light and laughter and life. It tries to choose the talents and perks to bolster its life-mana alignment every time, to further its cause. So how is it that it wound up with an undead army and some insane boosts to death-aligned mana? How did everything go so wrong? [participant in the Royal Road Writathon challenge]
8 70 - In Serial15 Chapters
Rise of the almighty sword god
Feng Yun was an ordinary young man unable to cultivate. One day, He got the inheritance of the Ancient Fire Demon Clan and a mysterious sword from then his destiny changed completely.
8 193 - In Serial39 Chapters
Vive
Ray is at a dead end, too poor to even afford food, when his rent goes up. He needs to find a new source of income. To avoid getting another job, he turns to streaming a new VRMMORPG, Planes of Oblivion. Some aspects are just like other games he's played before, but others are entirely new. Then there are some things - in and out of game - which force him to face himself. But who is that in the mirror? Has litrpg elements, including stats and character progression.
8 219 - In Serial16 Chapters
I got isekai'd into a new world to have fun but now have to save it?! ( NEW Updated )
Life is boring, isn’t it? Always do the same things over and over again without enjoying it? did you ever thought of being reincarnated and escape your misery? These are the thoughts of roku a boy who is sick of life itself and sees no meaning in it anymore all he wants to do is go on adventures and have fun. One day he gets into a car crash and has his wish comes true, he gets isekaied into a new world and goes on different adventures and has fun annd can finally enjoy his life. Well If it wouldn’t it be for the fact that he always end up in situation where he has to save someone rather then go on adventurers and have fun he would have loved it.. PS: I'm starting to update each chapter again and hope it will then be better and more readable so if you already read this story it would help me a lot if you maybe read the first 1 chapter again and then tell me if it's better or still bad thanks :D
8 76 - In Serial14 Chapters
Dekker's Dozen: The Last Watchmen
When a demon-possessed tree tries to impose its will on the universe, the future turns dark. But what does Dekker want? The leader of the only mercenary squad capable of standing in the enemy's way would be content if his ex-girlfriend and business partner promised not to stab him again. As he and his eleven teammates track down the intergalactic assassin who stalked his family for generations, they encounter Ezekiel, a mysterious man claiming to be a time-traveler and ancient prophet. Ezekiel claims Dekker will responsible for the annihilation of all reality--but worse, he knows all of Dekker's secrets: that he wields an ancient, celestial weapon, was once married to a terrorist, and is the last member of the Watchmen--an ancient secret society with one purpose. At Ezekiel's insistence, and with a super-weapon in the hands of warring armies, Dekker and his team must do the unthinkable to prevent the Sun's annihilation before his archenemy can bring what Ezekiel calls "the divine engines of reality" to a grinding halt--breaking all of existence--destroying all that is, will be, and ever was! Steampunk time-travel, cyborg ninjas, plant-spore-controlled unicorn zombies, a deep-space plague, ghost warships, alien cat-people, living planets, and star destroying Hassidic superweapons converge in one epic, but doomed, timeline. Free ebook prequel available now! Download for Kindle/Nook, etc. Dekker's Dozen: A Waxing Arbolean Moon is available on Kindle- https://www.amazon.com/dp/B01EKP7IGY Nook- http://www.barnesandnoble.com/w/dekkers-dozen-christopher-d-schmitz/1123682851 all others- https://www.smashwords.com/books/view/631408 #featured
8 130

