《UMA ESTÓRIA DANATUÁ (ficção - português)》OS MUNDOS ANTIGOS - eras IV à V
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Porém, o Trovão permaneceu sem estabilidade, incomodado pela algo faltava, de que algo incompleto em sua criação. Convidando cada uma das criações, que não os anjos e os demônios sentiram vivas que elas fizeram parte de sua consciência, o que o fez decidir dar à vida nova de sua consciência. Decidido tomou cada ser, e alguns deu maior e outros menores parcela de consciência, e ficou feliz ao ver que a luz dos olhos das criaturas se enchiam. Alguns fez vagar na terra, outros no mar e outros no ar; e os pequenos e grandes, humildes e orgulhosos. Observando o caminho certo que não estava certo que aquele era o porque sua gura diminuíra, mesmo sabendo que não sabia finalizada sua criação No ato seguinte, agora mais confiante, criou os entes mágicos, que chamou de entes ou pessoas[1] , com faculdades mais limitadas que as anjos e demônios para que não tivessem que intervir e justiçar.
Por tempos longos tudo ficou em paz e seu coração se apaziguou, apesar de uma dorzinha insistir em continuar a tarde, vinda de uma falta não nominada a qual procurava insistentemente ignorar.
Foi num dia em que o aperto no peito estava maior que viu as cabeças de uma criatura estranha amada num canto de seus lugares, cabeças de bonecos sem qualquer poder e toscamente animais. As cabeças não tinham enchimento como carnes, sendo apenas linhas de barro resistentes a ossos. Elas tinham linhas mais suaves e esguias que as que criara até então, e eram bem maiores do que as que pusera nas pessoas. Mas o que mais chamou sua atenção foram os rostos, que eram muito diferentes das pessoas, pois tinham uma quê de inteligência inteligente, de curiosidade infantil e majestade tocante, e de uma humildade e verdadeira que o tocou profundamente. Depressa as tomou e viu o que eram, e as soltou novamente. Os estacionantes criando bonecos de barro, que toscamente animavam.
Procurando os entes viu que era a consciência que dera a eles que fizera aquilo, porque os entes haviam ficado enfastiados, apesar da enorme variedade de raças de entes que criara. Ao verem Tupã em sua presença as pessoas correram e se esconderam sob o chão e sob as pedras e nas profundezas das cavernas mais esquecidas. Mas Tupã achava a todos, e a todos tranquilizava, dizendo que o que haviam feito não merecia castigo. Encorajadas as pessoas levantaram os bonecos sobre as cabeças e pediram que Tupã lhes desse vida. Tupã os avaliou, e falou com sua voz que ribombava nos céus: “A vida que darei a eles pode ser a que irão exigir de vocês”. Mas os entes não quiseram ouvir e insistiram para que os animasse. Tupã, movido pela curiosidade e pelo amor que havia nascido pelas novas criaturas, acabou atendendo seus pedidos.
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As cabeças de barro que suas criaturas haviam criado cristalizou em pedras de variadas cores e lhes deu poderes e personalidades, tornando-as rainhas de destinos. E mais duas ele fez, de poderes ainda maiores, para que sobre as onze se sobrepusessem. Tupã então tomou os treze bonecos e fez réplicas, porque não queria que desaparecessem as criações de suas criaturas e nem as suas. Com cuidado colocou as caveiras num canto, e as chamou de mutas[2] e de rainhas, e ficou satisfeito com isso. Às réplicas que criara, em número de treze, modificou. Com carinho de um pai o deus Trovão lhes deu membros longos e esguios e corpos que os tornavam mais altos que a maioria das pessoas, e a alguns fez machos e a outros fêmeas, machos e fêmeas os fez, como fizera com as pessoas, e os chamou de homens. Vendo-as, viu que seu coração se alegrava. Satisfeito com as modificações tomou fôlego e soprou em suas narinas, sussurrando um de seus nomes. Enchendo seus peitos eles logo começaram a respirar, e abriram os olhos. Tupã sorriu e chamou as novas criaturas de homens, pensando neles como ponto de equilíbrio para as pessoas, porque elas eram ainda seres muito poderosos e suas guerras muito terríveis.
Olhando o que criara viu que ficara feliz.
Mas, então, eclodiu uma rebelião angélica, causada pelo ciúme dos anjos contra os homens, que não conseguiu pacificar, apesar de todo o carinho que dispendeu em sua solução. Com o coração dolorido Tupã puniu com a queda a parte da coorte angélica que se rebelara contra a sua vontade, originando a primeira queda[3].
Assim terminava a quarta era, que foi chamada de “a era dos entes e dos bonecos de barro”, talvez uma das eras mais pacíficas que o multiverso criado tenha experimentado, apesar da rebelião de alguns anjos. Essa era durou 1,33 eon.
V
Tupã ficou satisfeito por um tempo, mas se entristeceu novamente ao ver que os entes tratavam de dominar os humanos, fazendo-os de escravos e objetos de diversão, o que desaprovou profundamente, visto que se afeiçoara àquelas criaturas esguias e portentosas. Tomando os homens para si resolveu, então, dar-lhes a mágica mais poderosa, que guardava tão ciosamente pelo perigo que representava, pois que podia consumir toda a sua criação, apesar da esperança que acalentava de que aquelas novas criaturas poderiam dar-lhe o significado que tanto procurava.
Então Tupã os tomou e, um a um, outro nome seu, um de grande poder, escreveu em suas testas, nome que apagava rapidamente para que não os destruísse. Foi assim que o homem adquiriu a brilhante inteligência de Tupã, o que o fez suspirar satisfeito ao ver como aquelas criaturas de corpos frágeis eram altivos e soberbos, e como logo se punham a criar e a modificar tudo em que tocavam, tal como ele com os espaços infinitos.
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E tão satisfeito ficou, pela independência e inovação que os dominava, que não se preocupou quando os entes, os anjos e os demônios, passaram a procurar os homens, gerando meio-humanos que foram chamados de nefelins. Muitos nefelins foram gerados, e muitos eram bons e muitos eram abominações. Muitos deles foram os maiores vilões ou os maiores heróis que já caminharam pela terra, como também os maiores sábios, demônios e santos que inspiraram as criações.
Foi nessa era, também, que a união entre suas criações atingiu um novo nível, com o surgimento dos poderosos dahrars, fruto do cruzamento de anjos e demônios com as pessoas.
Porém, o Trovão estava tão satisfeito que também com eles não se importou.
Talvez fosse a própria evolução do mundo animado que tenha convulsionado a criação. Não demorou e logo rebentou uma violenta guerra de toda a criação contra os dahrars, motivado principalmente pela frieza e ferocidade desses últimos.
O Trovão observou e aguardou, esperando brotar nos corações de suas criaturas um nível de amor que a tudo pudesse equilibrar.
Mas os homens começaram a evoluir muito rapidamente, impulsionados pela inteligência depositada por Tupã em seus espíritos. Olhando a si mesmos e ao mundo, nas perguntas que se faziam começaram a adquirir identidade própria. A tudo davam nomes e significados que os ligava fortemente aos mundos que sentiam, até que começaram a se perguntar quem eram, de onde vinham e até onde poderiam ir.
Foi nessa tomada de consciência de si mesmos que a guerra entre homens e pessoas também eclodiu, da qual se aproveitaram os dahrars. Na força da mágica e na inteligência se bateram os entes e os homens, auxiliados ambos por nefelins, por anjos e por demônios e dahrars. Essa guerra foi tão grande que quase causou a destruição total dos homens, salvos no último momento pela intervenção firme de poderosos anjos e demônios enviados por Tupã, e por algumas poucas e valorosas pessoas que não queriam a destruição dos homens. Porém, o coração de Tupã estava pesaroso com o uso que as pessoas e alguns anjos fizeram dos homens, mostrando o desejo de destruir totalmente sua criação, motivados por sentimentos errados.
Aos anjos que participaram da guerra contra os homens, a muitos deles o Trovão puniu, não por terem entrado em guerra, mas por terem tido enorme prazer nela e por terem buscado a destruição dos homens. Tupã os lançou para a terra, desejando que, vivendo entre os homens que tanto abominavam, conseguissem evoluir, o que marcou a segunda queda.
As pessoas, Tupã castigou com a perda do poder de criar outras criaturas, o que deixou as pessoas ainda mais inconformadas com os humanos, o que fez recrudescer a guerra.
Quando a guerra for fim acabou, restou um sentimento ambíguo de algo não resolvido, tanto nas pessoas quanto nos homens e nefelins, pois as pessoas disseram que estavam muito magoadas, porque haviam percebido algo extraordinário e terrível, tão cheio de poder que poderia representar sua expulsão dos olhos do mundo: o deus não havia dado aos homens apenas sua inteligência ou uma alma como a deles; ele também os havia dotado com parte de seu próprio ser, com almas tão poderosas que nunca iriam morrer.
Por um bom tempo de apresentação como sua presença. Tupã compreendeu e os reconfortou, que, se os humanos tinham tal distinção apenas na força da alma, como também as pessoas possuíam a imortalidade da alma dada e que, ainda, em poder, era deles a distinção de possuir que, para os humanos , vistos eram como magia.
Então, mais tranquilos, sorriram e fizeram as pazes com os homens e os nefelins, e o mundo voltou à normalidade.
Olhando para trás os entes deram o nome de “ a era dos entes e dos homens infantis ” para essa quinta era que findava, que durou 325 mil revoluções de Aden em torno de seu sol.
[1] (*)
[2] (*)
[3] (*)
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- In Serial55 Chapters
Villainous
DROPPED // ABRUPT ENDING -------- Being born a slave is unquestionably one of the most monstrous situations a person can find themselves in. Being reborn into the body and memories of a child slave abused and killed by her peers is something one step further. Thrust into an alien world with magic and science bound together and maintaining the social hierarchies of aristocracy, Li Mei had one more go at life, a brilliant shining opportunity. Burdened by a lifetime and a half of experience with the worst kinds of people, filled with an overwhelming desire for freedom, and granted a generous user interface, Li Mei will not just wreak havoc upon her murderers. They will call her ‘villainous’, but they can’t comprehend her drive to take vengeance one step further than was even wrought upon her.
8 140 - In Serial25 Chapters
The Demon of Shadows (Hiatus)
Spartans. Genetically modified supersoldiers who participated in the spartan program, which aimed to reinforce and compensate for the humans capability of emotion in order to create the ideal supersoldier. The program itself resulting in the implantation of a limiter for a certain individual, which acted in limiting that persons emotions. Replacing it with a cold logical based calculative mindscape. The limiter aimed to support the ideal supersoldier in completing the objectives assigned to them. Be it mass slaughter, or assasination. One such man who had volunteered to participate in the program to provide data in return for a large sum of money to save a precious friend, has his life lost in battle after years of service and mindless violence. Death, however, was something he usually gave, not to receive. So when death comes to take his life, he awaits in silence, only to be dumbfounded at what is to happen next. This is the story of Nicholas Gray, the Shadow Demon. Note: Story is based on other LitRPGs found on the site such as Dante's Immortality, Necromancer and Co, etc. and on Halo for the majority of the first chapter and possibly later on down the road, I only borrowed things such as the armour and weapons used in the game itself and all credit goes to them for that kind of stuff. I will also perhaps use it to explain his backstroy to further character progression if I can. The cover photo was also a picture I found on the internet and if you wish for credit or for me to take it down just say so and i'll do it as fast as possible. I also don't have a set schedule, and this is just being used to improve my grammar and just as a hobby, nothing more. I will also appreciate feedback in regards to grammar, style, and story in general as this is the first time I have created a story apart from at school, hope you enjoy reading it as much as I enjoy writing it!
8 218 - In Serial19 Chapters
Earthen Journey
This story is about a man named John Breeze, a mountain man, a lover of earth, and hater of squirrels. His journey in a different world that is coomplete with different races, Gods, magic, and all kinds of stupid OP characters. Will he become one or will he just live in the mountains away from all the noise? This story should contain: Sex Language Comedy Puns magic/something like cultivatingish? Note: If you by chance have read my previous attempt at writing a story you will find some similarities.
8 126 - In Serial34 Chapters
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Bam! The system arrives and the world resets, humanity is scattered across the multiverse, and people are dying. An uncaring system ripped 7 billion people from their lives attached a mind altering skill to them and left them alone. The people are lost and must rebuild on a thousand different worlds. Some will make but most will die. Red was another person tossed carelessly into the multiverse. Continuity adjusts and he's thrust into plan to change the world. Nobles, inquisitors, and demons cultists are working together to facilitate the birth of a great spirits, a King of Kings. Tens of thousands have died through ritual suicide, sects are empty, and the world holds its breath. Can he stop the birth of the king of kings or will he become another sacrifice.
8 169 - In Serial10 Chapters
The Saga of Geir Røshjert
"His name will never be sung, son. Skalds and bards like me will never tell his stories to the mass. But only us and us alone will keep telling his story, his actions, his saga. For he is the man who started all of this." This is a story no man in Lumenter will ever hear, no man except for an Arnesen, for his stories are dull and generic to the ears of the masses, except for us, because he is the very reason why our people traveled this far east, why kingdoms in Erisgi fell and rose, why I... even existed in the first place. He is Geir, son of Arne, called 'the Stranger' by the people. But what he truly is, is a fiery red heart that beats inside every Eyklandian, Arnesen, and me. Røshjert (My Submission for Royal Road's Writing Competition in June 2022)
8 73 - In Serial36 Chapters
KARNANANYA
MAHABHARAT , the epic saga of every human emotion intimately weaved with dharma ( righteousness) and karma. A tale which changed the course of entire history and led to the downfall of the biggest empire, Aryavrat. But what if the ruination of Aryavrat could be stopped? What if there's no war but yet dharma could be established?What if there's a breach in this saga ? What if it's rewritten by someone with the strength of the entire universe and heart fragile than glass? Let us be part of a history where a woman doesn't has to get insulted and demeaned to establish dharma. A saga where a brother need not kill another one . A chronicle of equality, women rights, dharma, karma , sacrifice, friendship, might , love & time travel . A story rewritten by the Mother of the universe , Devi Adi Shakti ; a tale of change, destiny, dreams and vision. The tale of Legendary Warrior KARN , born with the glory of sun & calm of moon and a girl from Kaliyuga, possessing fire of sun along with beauty of moon . Both determined to change people's perception , challenge societal norms and establish dharma .
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